Fabiana Zauza há 7 meses

Festival de Inverno de Garanhuns: 35 Anos

O Festival de Inverno de Garanhuns (FIG), realizado anualmente na cidade de Garanhuns, no Agreste de Pernambuco, é reconhecido como o maior festival multicultural da América Latina. Em 2025, o evento celebra sua 33ª edição e completa 35 anos de história, consolidando-se como um marco cultural que atrai milhões de visitantes do Brasil e do exterior. Com uma programação gratuita que abrange música, teatro, dança, circo, literatura, cinema, artes visuais, fotografia, gastronomia e cultura popular, o FIG transforma Garanhuns, conhecida como a “Suíça Pernambucana”, em um caldeirão de arte e diversidade durante 18 dias, de 10 a 27 de julho. Esta matéria jornalística explora a história do festival, sua importância, os motivos de sua existência, as grandes atrações que marcaram suas edições e os destaques da edição de 2025.

Origens e Contexto

O Festival de Inverno de Garanhuns foi criado em 1991, com o objetivo de promover a cultura pernambucana e brasileira, aproveitando o clima ameno do inverno na região do Agreste, que contrasta com o calor característico do Nordeste. Garanhuns, situada a cerca de 230 km do Recife, já era conhecida por sua atmosfera acolhedora e pela beleza natural, com temperaturas que podem chegar a 10 °C no inverno, o que lhe rendeu o apelido de “Suíça Pernambucana”. A ideia inicial era criar um evento que unisse a efervescência cultural do estado ao potencial turístico da cidade, aquecendo a economia local durante a baixa temporada.

A primeira edição do FIG foi modesta, com foco em apresentações musicais e culturais locais, mas rapidamente ganhou projeção nacional devido à sua proposta inovadora de reunir diversas linguagens artísticas em um único evento, com acesso gratuito. O festival foi idealizado pela Prefeitura de Garanhuns, em parceria com o Governo do Estado de Pernambuco, e ao longo dos anos contou com o apoio de instituições como o Ministério do Turismo, a Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur) e o Serviço Social do Comércio (Sesc).

Evolução e Consolidação

Ao longo de suas três décadas, o FIG passou por transformações significativas. Nos primeiros anos, o festival focava principalmente na música, com ênfase em gêneros regionais como o forró, o frevo e o maracatu. A partir da década de 2000, a programação foi ampliada para incluir teatro, dança, cinema, literatura, artes visuais e oficinas formativas, consolidando sua característica multicultural. A criação de diversos polos culturais espalhados pela cidade, como a Praça Mestre Dominguinhos, o Polo Ariano Suassuna e a Casa dos Saberes, permitiu que o evento atendesse a públicos de todas as idades e interesses.

A partir de 2024, a Prefeitura de Garanhuns assumiu integralmente a produção do festival, com patrocínios do Governo do Estado e do Ministério do Turismo, o que marcou um novo capítulo em sua história. Essa mudança trouxe maior planejamento, com a divulgação da programação com até 30 dias de antecedência, algo inédito nas edições anteriores, e reforçou o compromisso com a valorização da cultura local e a acessibilidade. Em 2025, o FIG celebra 35 anos, sendo a 33ª edição, devido a interrupções pontuais em alguns anos, como durante a pandemia de Covid-19.

Impacto Econômico e Social

O FIG é muito mais do que um evento cultural; ele é um motor econômico para Garanhuns. Durante os 18 dias de festival, a cidade recebe cerca de 2 milhões de visitantes, movimentando setores como hotelaria, gastronomia, comércio e serviços. A rede hoteleira de Garanhuns e cidades vizinhas registra ocupação máxima, e muitos turistas optam por alugar casas ou pousadas para aproveitar a experiência. O festival também gera empregos temporários, desde a montagem dos palcos até a prestação de serviços turísticos.

Além do impacto econômico, o FIG desempenha um papel crucial na democratização da cultura. Por ser totalmente gratuito, o evento permite que pessoas de diferentes classes sociais tenham acesso a atrações de alto nível, algo raro em festivais de grande porte. A inclusão de oficinas formativas e atividades para crianças, como o polo Figuinho, reforça o compromisso com a educação e a formação cultural.

Multiculturalidade e Diversidade

O FIG é um símbolo de multiculturalidade, reunindo em um só lugar expressões artísticas que vão do tradicional ao contemporâneo. A programação abrange gêneros musicais como forró, MPB, rock, samba, reggae, brega, pagode, rap, hip-hop, trap, música erudita e instrumental, além de manifestações culturais como maracatu, coco, cavalo-marinho, circo, teatro e literatura. Essa diversidade reflete a riqueza cultural do Brasil, com destaque para as tradições do Nordeste e de Pernambuco, que são valorizadas em polos como o Ariano Suassuna e o Zé da Macuca.

A pluralidade do festival também se manifesta na inclusão de artistas locais e regionais, selecionados por meio de editais públicos, ao lado de grandes nomes nacionais e, em algumas edições, internacionais. Essa mistura fortalece a cena cultural pernambucana, dando visibilidade a talentos emergentes e promovendo o intercâmbio cultural.

Preservação da Identidade Cultural

O FIG desempenha um papel fundamental na preservação da identidade cultural de Garanhuns e do Agreste pernambucano. Homenagens a figuras icônicas, como o xilógrafo J. Borges em 2025, o cantor Reginaldo Rossi e o ex-governador Eduardo Campos em 2024, e o mestre do reisado Gonzaga de Garanhuns em 2023, reforçam a conexão do festival com a história e as tradições locais. A escolha de J. Borges como homenageado em 2025, por exemplo, destaca a importância da xilogravura e da literatura de cordel, manifestações artísticas que retratam o cotidiano nordestino com autenticidade.

A identidade visual do FIG 2025, criada por Bacaro Borges, filho de Jscheid: J. Borges, combina a tradição da xilogravura com a pluralidade cultural do festival, traduzindo em imagens o espírito do evento. Essa valorização da cultura local é essencial para manter viva a memória do povo nordestino e para inspirar novas gerações de artistas.

Turismo e Visibilidade

O FIG colocou Garanhuns no mapa do turismo cultural brasileiro. A cidade, que já era conhecida por suas paisagens e clima agradável, ganhou projeção nacional e internacional como um destino imperdível no inverno. A hospitalidade dos moradores, a gastronomia regional e a infraestrutura turística, que inclui hotéis, pousadas e restaurants, complementam a experiência do festival, tornando-o um evento que vai além das apresentações artísticas.

A antecipação na divulgação da programação, como ocorreu em 2025, permite que turistas planejem suas viagens com antecedência, ampliando o impacto econômico. A expectativa é que a edição de 2025 supere os 2 milhões de visitantes registrados em anos anteriores, consolidando Garanhuns como um polo turístico e cultural de referência.

Promoção da Cultura e da Arte

O principal motivo da existência do FIG é a promoção da cultura e da arte em suas mais diversas formas. O festival nasceu com a missão de democratizar o acesso à cultura, oferecendo uma programação gratuita que abrange desde shows de artistas renomados até oficinas formativas e apresentações de grupos populares. Essa proposta inclusiva permite que pessoas de todas as idades e origens vivenciem a riqueza cultural do Brasil, especialmente do Nordeste.

Fomento à Economia Local

O FIG é um catalisador econômico para Garanhuns. Durante o festival, a cidade experimenta um aumento significativo no fluxo de turistas, o que beneficia diretamente hotéis, restaurantes, bares, lojas e prestadores de serviços. A movimentação econômica gerada pelo evento é estimada em centenas de milhões de reais, com impacto em toda a cadeia produtiva da região.

Valorização de Artistas Locais

Outro motivo fundamental para a existência do FIG é a valorização de artistas locais e regionais. Por meio de editais convocatórios, como os abertos em 2025 até 5 de maio, a Prefeitura de Garanhuns seleciona propostas de artistas de todo o Brasil, com atenção especial aos talentos pernambucanos. Essa oportunidade de visibilidade é crucial para a carreira de muitos artistas, que têm a chance de se apresentar ao lado de nomes consagrados.

Educação e Formação Cultural

O FIG também tem uma forte vocação educativa, oferecendo oficinas gratuitas em áreas como música, audiovisual, fotografia, gastronomia e artes visuais. A Casa dos Saberes, localizada na Autarquia do Ensino Superior de Garanhuns (Aesga), é um dos principais espaços dedicados à formação cultural, proporcionando aprendizado e troca de experiências entre artistas e o público.

Primeiras Edições (1991–2000)

Nas primeiras edições, o FIG focava em artistas regionais e em gêneros musicais tradicionais, como o forró, o frevo e o maracatu. Nomes como Dominguinhos, um dos maiores ícones da música nordestina, foram presenças constantes, dando ao festival uma identidade fortemente ligada à cultura pernambucana. A Praça Mestre Dominguinhos, que hoje é o principal polo do evento, foi batizada em homenagem ao sanfoneiro, que se apresentou em diversas edições até seu falecimento em 2013.

Década de 2000: Expansão e Diversificação

A partir dos anos 2000, o FIG começou a atrair artistas nacionais de renome, ampliando sua programação para incluir gêneros como MPB, rock, samba e música erudita. Entre as atrações marcantes desse período estão:

  • Elba Ramalho: A cantora paraibana, ícone da MPB e do forró, é uma das artistas mais frequentes no FIG, com apresentações memoráveis em várias edições.
  • Alceu Valença: Outro gigante da música nordestina, Alceu trouxe seus sucessos como “Anunciação” e “La Belle de Jour” para o palco principal.
  • Geraldo Azevedo: Com sua voz marcante e canções como “Dia Branco”, Geraldo se tornou um símbolo do festival.
  • Lenine: O cantor e compositor pernambucano, conhecido por sua fusão de ritmos, foi uma das atrações mais aguardadas em várias edições.
  • Chico César: Suas apresentações poéticas e engajadas marcaram presença em diversas edições, encantando o público com músicas como “Mama África”.

Além da música, a década de 2000 viu a consolidação de polos culturais como a Praça da Palavra, dedicada à literatura, e o Virtuosi na Serra, voltado para a música erudita.

Década de 2010: Projeção Nacional

Na década de 2010, o FIG ganhou projeção nacional, atraindo artistas de diversos gêneros e consolidando-se como um dos principais festivais do Brasil. Algumas das grandes atrações desse período incluem:

  • Nando Reis: O ex-líder dos Titãs trouxe seus sucessos como “All Star” e “Por Onde Andei” para o palco principal.
  • Maria Bethânia: A diva da MPB emocionou o público com sua voz única e repertório clássico.
  • Caetano Veloso: Um dos maiores nomes da música brasileira, Caetano se apresentou em edições marcantes, como a de 2012.
  • Zeca Pagodinho: O sambista carioca levou o clima de roda de samba para Garanhuns, conquistando o público nordestino.
  • Annenberg: A banda de rock pernambucana foi uma das revelações do festival, representando a nova geração de artistas locais.

Em 2012, o FIG alcançou um marco ao receber cerca de 1,5 milhão de visitantes, consolidando sua posição como o maior festival multicultural da América Latina. A edição de 2014 homenageou o cantor Reginaldo Rossi, conhecido como o “Rei do Brega”, que faleceu em 2013, e trouxe atrações como Otto, que apresentou um show em tributo ao homenageado.

Década de 2020: Resiliência e Renovação

A década de 2020 foi marcada por desafios, como a interrupção do festival em 2020 devido à pandemia de Covid-19. No entanto, o FIG retornou com força em 2022, na sua 30ª edição, que durou 17 dias e contou com 800 atrações, incluindo:

  • Adriana Calcanhotto: A cantora gaúcha trouxe sua poesia e canções como “Devolva-me” para o público.
  • Filipe Ret: O rapper carioca lotou a Praça Mestre Dominguinhos com seus hits.
  • Baco Exu do Blues: Representante do rap nacional, Baco trouxe sua energia contagiante.
  • AnaVitória: A dupla de pop-folk encantou com sua harmonia vocal.
  • Titãs: A banda de rock paulistana marcou presença com clássicos como “Epitáfio”.

A edição de 2023, a 31ª, homenageou o mestre do reisado Gonzaga de Garanhuns e o empresário Cyro Ferreira da Costa, e trouxe nomes como:

  • Tiago Iorc: O cantor emocionou o público com sua turnê “Daramô”.
  • Lenine: Mais uma vez, o pernambucano foi destaque no palco principal.
  • Nação Zumbi: A banda de manguebeat trouxe a energia do Recife para Garanhuns.
  • Arnaldo Antunes: O ex-Titãs apresentou um show poético e vibrante.
  • Maneva: A banda de reggae foi uma das favoritas do público jovem.

Em 2024, a 32ª edição, realizada de 11 a 28 de julho, homenageou Reginaldo Rossi e Eduardo Campos, com uma programação que incluiu:

  • Pitty: A roqueira baiana incendiou o palco com seus sucessos.
  • Anavitória: A dupla retornou com um show ainda mais marcante.
  • Jota Quest: A banda mineira trouxe seus hits pop-rock.
  • Péricles: O sambista levou o pagode para a Praça Mestre Dominguinhos.
  • Timbalada: A banda baiana trouxe o axé e a percussão para o festival.

Edição de 2025Contexto e Homenagem

A 33ª edição do Festival de Inverno de Garanhuns, realizada de 10 a 27 de julho de 2025, celebra os 35 anos do evento com uma programação robusta e diversificada. O homenageado deste ano é o xilógrafo, poeta e cordelista J. Borges, reconhecido como Patrimônio Vivo de Pernambuco. Falecido em 2024, J. Borges eternizou o cotidiano nordestino em suas obras, e sua arte inspira a identidade visual do festival, criada por seu filho, Bacaro Borges. A escolha reflete o compromisso do FIG com a valorização da cultura popular e da tradição pernambucana.

O festival é realizado pela Prefeitura de Garanhuns, por meio da Secretaria de Cultura, com patrocínio do Governo de Pernambuco e do Ministério do Turismo. A antecipação na divulgação da programação, iniciada em fevereiro de 2025, demonstra o planejamento da gestão do prefeito Sivaldo Albino, que destacou a importância do evento para a economia e o turismo local.

Polos Culturais

O FIG 2025 conta com mais de 20 polos culturais espalhados pela cidade, cada um com uma proposta específica:

  • Praça Mestre Dominguinhos: O principal polo de shows, localizado no Parque Euclides Dourado, recebe atrações nacionais e regionais, com uma programação eclética que inclui forró, MPB, rock, samba, pagode, reggae, brega, rap, hip-hop e trap. A abertura, no dia 10 de julho, conta com Conde Só Brega, Priscila Senna, Tayrone e Banda Kitara.
  • Polo Ariano Suassuna: Dedicado à cultura popular, este polo apresenta grupos de maracatu, coco e cavalo-marinho, valorizando as tradições nordestinas.
  • Polo Zé da Macuca: Focado em ritmos como frevo, rap e música independente, este polo celebra a diversidade musical.
  • Polo Pop: Traz artistas como Almério, MV Bill, Devotos, Lirinha, Ave Sangria, Chico Chico e Odair José, misturando forró, rock e outros gêneros.
  • Polo Instrumental: Dedicado à música instrumental, com apresentações de grupos do Conservatório Pernambucano de Música.
  • Figuinho: Voltado para o público infantil, com atividades lúdicas, contação de histórias, oficinas e apresentações culturais.
  • Casa dos Saberes: Localizada na Aesga, oferece oficinas de música, audiovisual, fotografia, gastronomia e outras linguagens artísticas.
  • Lona de Circo Índia Morena: Situada na Rua Cel. Antônio Victor, próximo à Praça Mestre Dominguinhos, apresenta três semanas de programação circense, com atrações como Circo do Cheirozinho, Alakazam e a Mostra de Circo Pernambucano.
  • Catedral de Santo Antônio: Recebe o XVII Virtuosi na Serra, com apresentações de música erudita.
  • Cine Jardim: Exibe longas e curtas-metragens, além de oficinas e debates audiovisuais.
  • Praça da Palavra: Promove recitais, contações de histórias, lançamentos de livros e estandes de venda de livros.

Outros polos, como o Parque Ruber Van Der Linden, o Parque Luiz Carlos de Oliveira e a Colunata, complementam a programação com exposições, apresentações de dança e gastronomia.

Atrações Confirmadas

A grade nacional do Polo Mestre Dominguinhos é um dos destaques do FIG 2025, com nomes de peso confirmados desde fevereiro e anunciados oficialmente em junho. Entre as atrações estão:

  • Elba Ramalho, Alceu Valença e Geraldo Azevedo: O trio pernambucano, que se apresenta na mesma noite, promete um show histórico com clássicos da MPB e do forró.
  • Bruno & Marrone: A dupla sertaneja traz seus sucessos românticos para o público.
  • Iza: A cantora carioca, conhecida por hits como “Pesadão”, promete um show vibrante.
  • Matuê: Um dos principais nomes do rap e trap nacional, trazendo a energia da nova geração.
  • Ana Carolina: A cantora retorna com seu repertório de MPB e pop.
  • Vanessa da Mata: Conhecida por canções como “Amado”, ela é uma das favoritas do público.
  • Joelma: A rainha do brega pop promete agitar a Praça Mestre Dominguinhos.
  • Marcelo D2: O rapper carioca traz sua mistura de samba e hip-hop.
  • Xamã: Outro destaque do rap nacional, com sucessos como “Malvadão”.
  • Hungria: O rapper promete um show cheio de energia.
  • Sorriso Maroto: A banda de pagode leva o romantismo para o festival.
  • Jorge Aragão: O sambista carioca é uma das atrações mais aguardadas.
  • Zeca Baleiro: O cantor maranhense apresenta seu repertório poético.
  • Arnaldo Antunes: O ex-Titãs traz um show único, misturando poesia e música.
  • Detonautas: A banda de rock promete um show nostálgico e vibrante.
  • Mari Fernandez: Representante do piseiro, trazendo o ritmo nordestino.
  • Nação Zumbi: A banda de manguebeat reforça a conexão com o Recife.
  • Maneva: O reggae nacional marca presença com sucessos como “Seja para Mim”.

Além dessas atrações, o festival contará com artistas locais e regionais selecionados por edital, garantindo a representatividade da cena pernambucana. A programação completa está disponível no site oficial do FIG e no aplicativo Guia do FIG, que também oferece dicas de hospedagem, gastronomia e turismo em Garanhuns.

Novidades de 2025

A edição de 2025 traz algumas novidades, como a ampliação da programação circense para três semanas e a consolidação do polo Figuinho como referência nacional em atividades culturais para crianças. A Casa dos Saberes reforça seu papel como espaço de formação, com oficinas que abrangem diversas linguagens artísticas. A antecipação na divulgação da programação, iniciada em fevereiro, permitiu maior planejamento para turistas e organizadores, fortalecendo a rede hoteleira e o comércio local.

O Festival de Inverno de Garanhuns é mais do que um evento; é uma celebração da diversidade cultural brasileira, um motor econômico para a região e um espaço de formação e inclusão. Ao completar 35 anos em 2025, o FIG reafirma sua relevância como o maior festival multicultural da América Latina, unindo tradição e inovação em uma programação que encanta milhões de visitantes. Com uma grade eclética, polos culturais espalhados pela cidade e um compromisso com a acessibilidade, o festival continua a pulsar arte e cultura, honrando o legado de figuras como J. Borges e consolidando Garanhuns como um destino imperdível no inverno nordestino.

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